O Corregedor Geral do Tribunal Superior do Trabalho, Luciano de Castilho, recebeu nesta terça-feira (25) dos advogados trabalhistas que militam no Distrito Federal uma série de recomendações com vistas a melhorar a atuação desse segmento da advocacia tanto no âmbito do TST quanto do Tribunal Regional do Trabalho (TRT). A reunião foi na própria sede da OAB/DF, onde a presidente da Seccional, Estefânia Viveiros, fez questão de destacar o alto nível nas relações entre a advocacia trabalhista e as administrações dos dois tribunais.

O ministro, por sua vez, recordando seu passado de quase catorze anos de militância na advocacia trabalhista, disse que recebia as sugestões como uma contribuição a mais para efetivar o papel social da Justiça do Trabalho. “O juiz do trabalho é, antes de tudo, um servidor público, e nessa condição precisa prestar um serviço irrepreensível à sociedade”, disse.

Dentre as sugestões apresentadas, estão a de melhorar a sala destinada aos advogados no TST, melhorar o serviço de som do TRT e executar um planejamento de horários de audiências que não prejudiquem, como vem ocorrendo, o trabalho da totalidade dos profissionais em seus escritórios.

Os advogados sugeriram ainda que a sustentação oral no TRT possa ser feita antes dos votos dos juízes, e não depois, de modo a consagrar o direito de defesa de apresentar argumentos que possam convencer a Corte.

Participaram da reunião, que o ministro manifestou desejo de repetir em outras ocasiões, além da presidente Estefânia Viveiros, o conselheiro federal pelo DF, Nilton correia, o presidente da Comissão de Direitos Sociais da OAB/DF, André Vieira Macarini, o presidente da Associação dos Advogados Trabalhistas do DF, Emens Pereira de Souza, e, ainda, os advogados Jomar Alves Moreno, José oliveira Neto, Robinson Neves Filho, Ronaldo Ferreira Tolentino, Hugo oliveira Horta Barbosa, Flávio Noronha, Lísia Moniz de Aragão, Herilda Balduíno de Souza, Carlúcio Campos, Hélio Carvalho Santana, Roberto Gomes Peres e Ana Ribas, dentre outros.