OAB/DF na luta pelo fim do trabalho infantil

O trabalho infantil é um tema polêmico e que infelizmente ainda ocorre no Brasil. Proteger as crianças e os adolescentes é um dever de todos e para discutir métodos de tornar essa luta mais eficaz, a Seccional do DF se reuniu com o Ministério Público do Trabalho do DF, na tarde desta quarta-feira (14). Durante o encontro, a Seccional se comprometeu em auxiliar na divulgação das campanhas de conscientização contra o trabalho infantil e realizar eventos sobre o tema. Além disso, os juristas também conversaram sobre a contratação de aprendizes.

De acordo com Antonio Alves, diretor-tesoureiro da Seccional, a OAB/DF segue Lei 10.097/2000, que obriga as empresas de médio e grande porte a contratar jovens com idade entre 14 e 24 anos como aprendizes. “Aqui os jovens têm a oportunidade do com o primeiro emprego e de desenvolver competências para o mercado de trabalho. Muitos deles inclusive passam pelos processos de contratação da Ordem e são efetivados em nosso quadros”, disse.

O presidente da OAB/DF, Juliano Costa Couto, reforçou que a Ordem irá apoiar as campanhas de conscientização contra o trabalho infantil. “Iremos fomentar a contratação de aprendizes pelos escritórios de advocacia da Capital para dar mais oportunidades para os nossos jovens. Além disso, temos que conscientizar a população de como é nefasta a exploração de crianças e adolescentes”, afirmou.

Ana Maria Villa Real Ferreira Ramos, procuradora do Ministério Público do Trabalho do DF, disse ter achado a reunião muito proveitosa. A procuradora ressaltou a importância social do mecanismo da contratação de  aprendizes e ressaltou que “a OAB/DF também defende bandeiras sociais e essa aproximação só irá somar na luta”.

A conselheira seccional e vice presidente da Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas (ABRAT), Alessandra Camarano, compartilhou uma experiência profícua que já teve em seu escritório. “Conheci uma menina que chegou ao meu escritório como jovem aprendiz, gostou, se interessou, prestou vestibular, fez o curso de Direito e se formou. Eu acho muito interessante fazer esse trabalho e proporcionar estudo e ajuda às crianças”, disse.

Também participaram da reunião os conselheiros Seccionais Denise Rodrigues Pinheiro, Wesley Bento; o diretor da CAADF, Maxmiliam Patriota e o presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança Adolescente e Juventude, Herbert Alencar.


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