Palestra em Planaltina inicia com sucesso projeto da OAB/DF em subseções

Brasília, 10/11/2011 – Mais de 150 pessoas lotaram o auditório do Tribunal do Júri do Fórum de Planaltina para a palestra “O novo CPC”, proferida pelo juiz da 2ª Vara Cível do TJDFT, Jansen Fialho. O evento dá início ao projeto da OAB/DF que levará palestras com certificação de horas aula da ESA a todas as subseções do Distrito Federal. O secretário-geral Lincoln de Oliveira abriu os trabalhos. Destacou a importância da constante atualização para o exercício da advocacia. “Com isso valorizamos o advogado e a nossa instituição. Temos aqui um palestrante de altíssimo nível e sua contribuição traz um novo horizonte para que todos desempenhemos nosso ofício com mais qualidade. O advogado de Planaltina tem então um ganho fabuloso para seu aprimoramento intelectual”.Antes da aula, o presidente da subseção, Marcelo Almeida, também proferiu algumas palavras. Reforçou o compromisso da Ordem com o aperfeiçoamento dos profissionais. “A OAB, em sua Seccional do DF e suas subseções, não mede esforços para promover o crescimento dos advogados. A finalidade é promover não só o desenvolvimento intelectual e o profissional, mas unir os advogados da cidade.”O juiz Jansen Fialho conta 16 anos de atuação na magistratura. Antes, exerceu a advocacia por 8 anos e chegou a ser nomeado procurador do DF em 1995. Hoje integra a comissão de juristas reunida pelo Congresso Nacional para a elaboração do novo Código de Processo Civil.Esclareceu que as mudanças propostas no novo código visam acelerar o processo sem a quebra do contraditório e do devido trâmite legal. “O processo é um instrumento de realização da Justiça. A norma jurídica exige a concretização dos direitos fundamentais previstos na Constituição, inclusive a entrega do direito ao cidadão, sua efetiva prestação. O código atual não cumpre o comando constitucional da celeridade e efetividade da Justiça”.O palestrante falou sobre aspectos inerentes ao novo texto, como unificação de prazos, redução de recursos meramente protelatórios, valorização da conciliação como fator de pacificação social, uso da informática em atos processuais e fortalecimento da jurisprudência. “Espera-se que com as modificações propostas tenhamos 70% mais de rapidez nos processos”, concluiu. A advogada Juliana Pereira Clementino avaliou o evento com entusiasmo. “Achei sensacional e poderíamos ter palestras como esta, mensalmente”.Reportagem – Demétrius CrispimFoto – Valter ZicaComunicação Social – JornalismoOAB/DF


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