Seccional entrega 157 carteiras para novos advogados

Brasília, 11/12/2014 – O presidente da Seccional da Ordem dos Advogados do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, realizou duas cerimônias de entrega de carteiras para novos advogados, na quarta-feira (10). O evento ocorreu no auditório da OAB/DF. Os 157 advogados prestaram o compromisso no qual prometeram exercer a advocacia com dignidade e competência, observar a ética, deveres e prerrogativas profissionais.

A oradora da primeira turma, Janaína de Campos, falou sobre ética em seu discurso: “Ela deve nos acompanhar durante toda a atividade advocatícia que passaremos a respirar diariamente”, disse a nova advogada.

O presidente da OAB/DF, Ibaneis Rocha, relatou que a carteira da OAB não pode ser vista apenas como um documento: “Ela habilita vocês a manterem a democracia, o Estado Democrático do Direito e a ética em pé”. O presidente acrescentou que os novos advogados têm a missão de levar adiante o destino da Ordem e do país.

5O paraninfo da primeira cerimônia, falou sobre a importância de honrar o compromisso feito pelos advogados. “Esse juramento não é algo composto por palavras vazias, devemos trazê-lo conosco para sempre”.

De acordo com o orador da segunda turma, Diorge Vilarim, a carreira dos advogados será marcada por obstáculos, mas cada um deles deve ser ultrapassado. “Haveremos de enfrentá-los com o nosso incessante trabalho, estudos, e principalmente com muita ética e eficiência”, disse.

O paraninfo da segunda turma, Leonardo Bessa, trouxe alguns conselhos aos novos advogados. Um deles tratava da clareza nas petições: “Não sejam prolixos, sejam direto e claros, não se escondam atrás de complexidades forjadas pelas palavras”, disse.

Comp5useram mesa na primeira cerimônia o presidente da Seccional, Ibaneis Rocha; o vice-presidente, Severino Cajazeiras; o presidente da Comissão de Fiscalização de Concurso Público, Fernando de Assis; o presidente da Comissão de Direito do Trabalho, Dino Andrade; os conselheiros Nelson Buganza; Paulo Nardelli e Telson Ferreira; o paraninfo, Walter Faiad; o vice-presidente da Subseção de Ceilândia, Gerson Wilder; e o presidente da Subseção de Planaltina, Marcelo de Almeida.

Compuseram mesa na segunda cerimônia o presidente da Seccional, Ibaneis Rocha; o vice-presidente, Severino Cajazeiras; o presidente da Comissão de Fiscalização de Concurso Público, Fernando de Assis; o presidente da Comissão de Direito do Trabalho, Dino Andrade; o paraninfo, Leonardo Bessa; o secretário-geral adjunto, Juliano Costa Couto; o presidente da Comissão de Apoio ao Advogado Iniciante, Camilo Noleto; a conselheira Elaine Starling; o presidente da Comissão de Assuntos Tributários e Reforma Tributária, Jacques Veloso; o presidente da Comissão de Assuntos Legislativos, Jackson Di Domenico; a secretária geral da Comissão de Sociedade de Advogados, Sueny Almeida; e o ex-conselheiro federal, Rodrigo Badaró.

Confira abaixo as ideias dos oradores da cerimônia sobre seus planos, expectativas e metas na nova jornada profissional:

1Janaína Augusto de Campos – 26 anos

Por que você escolheu ser advogada? 

Por ser uma profissão muito bonita. Era um sonho tanto dos meus pais quanto do meu avô. Eu sempre quis ser advogada e hoje é um sonho realizado.

Como você se vê profissionalmente daqui a 10 anos?

Com meu escritório montado. Pretendo atuar advogando na área criminal.

Para você, qual o papel da Ordem na sua jornada profissional?

O papel da OAB é muito importante, porque ela apoia todos os advogados. É um Órgão que luta pela nossa classe.

Diorge Rodrigues Vilarim – 38 anos2

Por que você escolheu ser advogado?

Sempre admirei muito a área, sempre vislumbrei também a possibilidade de promover e aplicar o Direito na nossa sociedade, e também escolhi pela influência da minha família. Admiro demais os juízes, promotores, delegados, cada qual com seu papel. Enquanto eu estava cursando a faculdade, eu senti uma satisfação imediata, nunca tive dúvida em relação ao que queria. Eu abracei de corpo e alma e estou muito feliz por isso.

Como você se vê profissionalmente daqui a 10 anos?

Eu me vejo como um advogado bem sucedido. Vou trabalhar muito para isso, procurar ser o mais ético possível, com muita força e determinação, respeitando os clientes. A minha vontade vontade é advogar, mas isso não tira a possibilidade de prestar concurso público.  Também me vejo fazendo parte da OAB.

Para você, qual o papel da Ordem na sua jornada profissional?

Extremamente fundamental. Eu vou fazer da Ordem uma extensão do meu escritório, eu quero estar presente. Ela dá um apoio imenso aos advogados iniciantes, disponibiliza cursos, palestras e outros. A Ordem é muito importante e atuante na caminhada do advogado.

Texto – Érica Fontoura

Foto – Valter Zica

Comunicação social – jornalismo

OAB/DF

 


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