Distrito Federal ganha mais quatro defensores públicos

A Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania do Distrito Federal realizou na manhã desta quarta-feira (10) a cerimônia de posse de quatro defensores públicos. A solenidade ocorreu na sede da OAB/DF (516 Norte). Eles foram empossados pelo secretário-adjunto de Justiça, Flávio Lemos. Também participaram da mesa a presidente da Seccional, Estefânia Viveiros, e os defensores Hamilton de Carvalho, representando a diretoria-geral da Defensoria Pública do DF, e José Edmundo Pereira, da Associação dos Defensores Públicos do DF. Estefânia abriu o evento e disse que a Ordem sempre lutará para que o governo disponha de mais cargos para a defensoria pública. ”O defensor tem esse importante papel de ajudar a população carente e cumprir o que está escrito na Constituição, de que todos têm direito a um advogado.” Segundo a presidente, a nomeação dos novos defensores foi um grande passo, mas ainda é pouco diante do viés crescente de demandas no Distrito Federal. Flávio Lemos ressaltou em seu discurso que o Distrito Federal conta com 170 defensores e que até o fim de 2009 o governo espera fechar o quadro com 200 profissionais. Os defensores nomeados nesta quarta-feira foram: Arlete Luciana Zulian, Marcus Marques Rosa, Fernando Augusto Monta y Lopes e Luciana da Silva Nunes Carvalho. Eles foram aprovados no último concurso público realizado pela defensoria, em 2006. Os nomeados acreditam que a vitória que alcançaram servirá para ajudar a população carente. ”A defensoria é uma grande realização por poder prestar serviço a quem precisa”, disse Fernando Lopes. “Se eu conseguir dar uma resposta efetiva para aqueles que procuram a defensoria, ajudar a resolver uma questão ou pelo menos dar uma esperança, já serei uma defensora realizada”, disse Arlete Zulian. Os novos defensores disseram, entretanto, que faltam defensores públicos no Distrito Federal. “O governo precisa dar uma atenção maior para a população carente, porque um dos princípios fundamentais do Direito é a distribuição igualitária do acesso à Justiça”, afirmou Marcus Rosa. “Precisamos de fortalecimento de profissionais para completar o quadro”, completou Luciana Carvalho.


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