Entidades denunciam caos no Hospital de Sobradinho

O quadro de funcionários do Hospital Regional de Sobradinho está defasado em 50%, a estrutura física não atende mais a população e falta energia elétrica na unidade hospitalar. Esse quadro foi constatado nesta segunda-feira (13) por representantes da OAB/DF, do Ministério Público, da Defensoria Pública e dos Conselhos Regionais de Medicina, Enfermagem e Farmácia. Segundo o integrante da Comissão de Direitos Humanos da OAB/DF Ricardo Alexandre Rodrigues Peres, o hospital oferece risco de morte aos bebês internados. “As crianças podem ser queimadas por conta de uma descarga elétrica”, afirma Peres. Para o advogado, o hospital é o pior do Distrito Federal e a situação está caótica. “Vieram 24 médicos para cá, 18 já pediram demissão porque acharam que as condições do hospital são desumanas”, diz. Ele afirma ser necessário um gasto de 20 milhões de reais para colocar o hospital em pleno funcionamento. “A subestação de energia está sobrecarregada, se ligar mais um aparelho acaba a luz, é por isso que o tomógrafo não funciona.” Essa foi a quinta vistoria conjunta promovida pela OAB/DF e pelos conselhos da área de saúde. O objetivo do grupo é verificar as condições de funcionamento e atendimento nos hospitais públicos do Distrito Federal. As entidades farão um levantamento completo da área para ser entregue ao governador do DF, José Roberto Arruda, e ao ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Também foram vistoriados, neste ano, os hospitais da Asa Sul (Hras), Gama, Paranoá e Planaltina.


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