FÓRUM RECEBE PROPOSTAS PARA ENCAMINHAR A ÓRGÃOS COMPETENTES

Brasília, 12/11/2010 – No Fórum de Educação Especial na Perspectiva de Educação Inclusiva para Pessoas com Deficiência, realizado na quarta-feira (10/11) na OAB/DF, os representantes da Associação de Amigos do Autista (AMA), da Associação Brasiliense de Deficientes Visuais (ABDV), da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), do Centro Educacional da Audição e Linguagem (CEAL), professores e pais de pessoas com deficiência apresentaram ideias e se emocionaram ao contar experiências e casos reais do dia-a-dia das pessoas com deficiência. Foi relatado o caso de uma mãe surpreendida pela escola de ensino especial que solicitava a saída de seu filho. O rapaz havia completado 18 anos. A escola exigia a vaga para os alunos mais novos. A mãe alegava que o filho, apesar de ser maior, continuava com a deficiência e seria uma perda para todos interromper o ensino que a escola oferecia. Em outro caso, uma professora de educação física de uma escola de ensino regular reclamava do despreparo de toda a rede pública com os alunos deficientes. Segundo ela, em sua turma havia um aluno cadeIrante, mas a professora não foi orientada, nem treinada para passar as atividades físicas específicas para esse aluno. Na mesa-redonda realizada durante o Fórum, mediada pelo procurador da Fazenda Nacional e membro da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB/DF, Rafael Vasconcellos, foram debatidos os desafios e as perspectivas das instituições especializadas no atendimento a políticas de inclusão educacional e a articulação das políticas públicas de saúde, assistência social, trabalho, esporte e cultura para apoio ao atendimento educacional especializado à pessoa com deficiência no Distrito Federal. Os representantes das Secretarias de Saúde, Assistência Social, Cultura, Esporte e Educação debateram os temas e acolheram as propostas apresentadas. “Estou muito confiante de que teremos um resultado positivo. A Secretaria de Educação do DF certamente vai viabilizar medidas para assegurar os resultados das discussões”, disse o secretário de educação, Sinval Lucas de Souza Filho. O deficiente físico, Jailson Kalludo, é professor e estudante do 8º semestre de Jornalismo. Para ele, o evento foi muito importante para a comunidade, porque questionou as preocupações das pessoas com deficiência. “Creio que, por meio dessa ação, a OAB/DF vai dar um novo norte para o deficiente físico”. O Fórum de Educação Especial na Perspectiva de Educação Inclusiva para Pessoas com Deficiência recebeu propostas e ideias para criação de uma carta de acessibilidade. Segundo o presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB/DF, Yure Gagarin, o objetivo é encaminhar o documento aos órgãos competentes para melhorar a vida das pessoas com deficiência. Thayanne BragaAssessoria de Comunicação – OAB/DF


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