Brasília, 7/3/2014 – Representando o presidente da OAB/DF, o diretor tesoureiro da Seccional, Antonio Alves, e a diretoria da subseção de Taguatinga/DF estiveram reunidos, nessa quinta-feira (6), com o desembargador Getúlio de Moraes Oliveira, presidente eleito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), para tratar de reivindicações dos advogados que militam em Taguatinga.

Entre os problemas apresentados, os diretores relataram problemas com o estacionamento do tribunal daquela cidade, falta de servidores e juízes substitutos, a necessidade de criação de uma Vara da Infância e da Juventude e de ampliação da sala dos advogados no Fórum, além de um drive thru no centro de Taguatinga. Também foi reivindicada uma sala dos advogados no Fórum de Águas Claras.

Antonio Alves disse que o presidente eleito do TJDFT foi muito receptivo aos pleitos dos advogados. “Ele se dispôs a tratar pontualmente das questões que foram apresentadas e disse que quer conversar com a OAB, que gosta da advocacia e se mostrou um desembargador aberto às postulações dos advogados”.

Os membros também se reuniram com o corregedor do TJDFT, desembargador Lecir Manoel da Luz, no fim de fevereiro. Na reunião também foram tratados os mesmos problemas apresentados posteriormente ao novo presidente.

Nadim Tannous, presidente da Subseção de Taguatinga, disse que o grupo foi bem recebido pelos dois desembargadores. “Eles atenderam os pleitos dos nossos pedidos. O desembargador Getulio afirmou que a advocacia é muito importantes no pleito democrático e que os advogados são indispensáveis à Justiça, pois são um dos pilares dela”. Tannous também afirmou que o presidente eleito do TJDFT disse que o tribunal está aberto para a OAB e quer continuar estreitando os laços com a Ordem.

Pje

Na ocasião da reunião, o desembargador Getúlio Oliveira anunciou que iniciará a implantação do Processo Judicial Eletrônico (Pje) no Distrito Federal. Os membros discutiram os transtornos da implantação do Pje e a falta de estrutura para tanto. “A OAB não é contra o Pje, mas contra o uso dele como única forma de acesso ao Judiciário. A gente entende que ele tem de coexistir com o processo físico. Temos desde as deficiências do setor, o despreparo dos próprios servidores, dos juízes. Todas essas deficiências demandam tempo e muita paciência nessa implantação”, ressaltou o diretor tesoureiro da Seccional.

Comunicação social – jornalismo
OAB/DF