Brasília, 13/12/2011 – A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Distrito Federal (OAB/DF), está presente à III Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres. O evento foi aberto pela presidenta Dilma Rousseff, na segunda-feira (12), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, e se encerrará na quinta-feira (15).

Segundo a delegada da OAB/DF no evento, Lúcia Bessa, o encontro é um acontecimento político de grande relevância para as mulheres, especialmente as do Distrito Federal. A expectativa é de que sejam aprovadas as propostas da II Conferência Distrital, realizada em outubro passado, que servirão para se elaborar o primeiro Plano Distrital de Políticas para as Mulheres .

Entre as propostas apresentadas em Brasília, dez temas foram amplamente discutidos no âmbito distrital e ajudarão a construir políticas públicas para as mulheres de todo o país: Autonomia econômica e igualdade no mundo do trabalho com inclusão social; Educação inclusiva, não sexista, não racista, não homofóbica, não lesbofóbica; Saúde das mulheres, Direitos sexuais e direitos reprodutivos; Enfrentamento de todas as formas de violência contra as mulheres; Participação das mulheres nos espaços de poder e decisão; e Desenvolvimento sustentável no meio rural e na cidade, com justiça social e ambiental e segurança alimentar.

Conforme Lúcia Bessa, Brasília vive um momento único e histórico. “Esta Conferência, apesar de estar na 3ª edição, é a primeira a ser realizada no contexto da criação de uma Secretaria de Governo específica para as Mulheres no DF. Além disso, o momento político brasileiro também é único e especial, protagonizado pela primeira mulher eleita presidente do Brasil”, explica.

Disse ainda estar honrada em representar a OAB/DF, tornando-se uma das 36 delegadas que serão as vozes das mulheres de Brasília na Conferência Nacional. “Hoje, a Ordem está comprometida com a construção da igualdade, tendo como perspectiva o fortalecimento da autonomia econômica, social, cultural e política das mulheres e o exercício pleno da cidadania das mulheres no Brasil”.

REPORTAGEM – Helena Cirineu
Comunicação Social – Jornalismo
OAB/DF