Brasília, 25/4/2014 – O presidente da OAB/DF, Ibaneis Rocha, e conselheiros seccionais prestigiaram, nesta sexta-feira (25), a posse dos novos dirigentes do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, na sede da Corte, em Brasília. O desembargador federal Cândido Ribeiro foi empossado como presidente; a desembargadora federal Neuza Alves tomou posse como vice-presidente e o desembargador federal Carlos Moreira Alves como corregedor regional da Justiça Federal de 1º Grau da Primeira Região.

Participaram da solenidade autoridades dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de representantes do Ministério Público e de associações de classe. O presidente eleito disse que a expectativa é de grande responsabilidade com novo desafio à frente do maior tribunal regional do país. “O próximo período de dois anos da nossa administração será de muito trabalho, mas basicamente de continuidade do trabalho já desenvolvido nas administrações anteriores”.

trf1_posse25-04Sobre novos desafios, ele salientou a modernização da Justiça, a construção de uma nova sede e a instalação de subseções e varas por toda a região. Pesquisas mostram que a conciliação, especialmente no TRF 1 tem evoluído muito, um trabalho que será ampliado. “Esse também é um processo irreversível e de muito valor ao qual será dado continuidade em minha gestão, pois é a forma de evitar o excesso de demandas que chegam ao Tribunal”.

O presidente eleito Cândido Ribeiro é natural de São Luís/MA e foi nomeado desembargador federal do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região em 18 de novembro de 1996, após ter sido indicado, em lista tríplice, por merecimento. Já a vice-presidente eleita Neuza Alves, natural de Salvador, na Bahia, tomou posse como desembargadora federal do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região em 2004, promovida pelo critério de merecimento. O corregedor regional da 1.ª Região eleito Carlos Moreira Alves, natural do Rio de Janeiro, ingressou no Tribunal Regional Federal da 1.ª Região em 1998, pelo Quinto Constitucional.

Foto – Valter Zica
Com informações do TRF1
Comunicação social – jornalismo
OAB/DF