OAB/DF RENOVA SEU PARQUE TECNOLÓGICO E COMBATE A PIRATARIA

A OAB/DF está próxima de substituir os computadores de todas as salas dos advogados, subseções e sede da Seccional. Segundo o diretor de Secretaria, Rubens Murga, o processo de troca foi desencadeado por três razões: “Primeiro, a ocorrência de softwares não licenciados nas máquinas; segundo, os vários pedidos de renovação; e por último, a existência de equipamentos imprestáveis em algumas salas e subseções”.

Murga contou que foi realizada auditoria em todo o parque computacional da OAB/DF e, logo que se verificou a existência de programas sem licenças, o presidente Francisco Caputo determinou providências imediatas. “A OAB estava exposta a sofrer pesadas multas. A meta estabelecida pelo presidente foi regularizar a situação. Em vez de comprar softwares novos para colocar em máquinas antigas, algumas quase sem condição de uso, optou-se por adquirir máquinas novas, com programas já licenciadas e gastar o mínimo possível com novas licenças”.

Cerca de R$ 350 mil serão investidos na aquisição de 150 novos computadores, por meio de leasing operacional, com a empresa Dell. “A Ordem vai pagar uma taxa mensal no período de três anos. Se acontecer qualquer problema com as máquinas, a empresa resolve. Com isso deixamos de ter o dispêndio ativo com manutenção e compra de peças. Se o problema não tiver solução, a Dell substitui”, explica o coordenador de Tecnologia da Informação da Seccional, Ivaldo Marques.

Os novos computadores são equipados com sistema operacional Windows 7 licenciado, porém a grande novidade é a adoção do pacote BrOffice, software livre que tem sido usado pelo governo federal. Segundo Ivaldo, a escolha do BrOffice foi uma opção que levou em conta a economia. “No levantamento feito, constatou-se que o preço do pacote da Microsoft onerava muito o valor final da máquina”, disse.

Esclareceu que no trabalho realizado pelo advogado, o programa atende perfeitamente. “Daremos assistência quando surgirem dúvidas, e treinamentos, exatamente para tirar o mito de que o programa não é tão bom quanto o MsOffice”.

Cerca de 80 máquinas já foram substituídas. O trabalho deve ser concluído até o início de outubro. Todos os computadores retirados passarão por manutenção e remoção de softwares não licenciados.

“Além da importância de acabar com a pirataria, há economia e velocidade no trabalho dos advogados, assim como economia para a Ordem. Os computadores velhos dão problemas frequentes e requerem deslocamento de um ou dois funcionários da OAB, o que gerava gasto com transporte”, acrescentou o coordenador de TI.

Rodrigo Badaró, conselheiro federal da Ordem, especialista em propriedade intelectual, afirmou que “é essencial que a OAB modernize seu parque e atualize seus computadores, caminhando junto com a evolução tecnológica e regularizando eventuais usos indevidos de programas. Numa época de processo eletrônico e informatização de procedimentos, é imprescindível que tenhamos instrumentos para melhor atender aos advogados”.

Para Rubens Murga, “tão importante quanto a substituição é a extraordinária dedicação da equipe, que trabalha sábados, domingos e feriados para conseguir fazer as trocas em curtíssimo tempo”. A tarefa envolve não só o setor de informática, mas o de transporte, limpeza, a Diretoria e os responsáveis pelas salas e subseções em todo o DF. “Todos entenderam a grande importância da ação”, completou.


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