Brasília, 21/1/2016 – O presidente da Seccional Juliano Costa Couto e o conselheiro e presidente da Comissão de Combate à Corrupção Antonio Rodrigo Machado receberam, na quarta-feira (20), a visita do controlador-geral do DF Henrique Moraes Ziller e do assessor jurídico Breno Albuquerque. Também participaram da reunião o diretor-tesoureiro e vice-presidente da Comissão Antonio Alves, a advogada Juliana Dato Leal, o conselheiro da OAB/DF e presidente da Comissão de Direito Administrativo e controle da Administração Pública da OAB/DF, gestão 2013/2015, Elísio Freitas

Na ocasião, o controlador-geral reconheceu a importância da Ordem e se colocou à disposição para o trabalho contra a corrupção. “Vim aqui para oferecer a controladoria, abrir a Casa e apresentar nossas ações para a Comissão da OAB. Estamos abertos a ouvir sugestões e críticas. Nossa vinda aqui é para criar esse canal”.

Ao cumprimentar o controlador, Costa Couto afirmou que o diálogo só tende a ser benéfico tanto para a Ordem quanto para sociedade. “Entendemos que temos muito a crescer e conquistar com essa aproximação com a secretaria de transparência do Distrito Federal”.

Ao falar sobre as metas da Comissão, o conselheiro Antonio Rodrigo disse que a atuação da Comissão será feita com isenção perante o poder público e com constante diálogo institucional com os órgãos do DF. “O principal objetivo da Comissão é fazer uma análise crítica acerca do sistema de combate à corrupção, analisando práticas que promovam a transparência do dinheiro público, mas sempre trilhando a garantia e o respeito ao Direito de defesa”, disse.

“Essa primeira reunião serviu para aproximação entre a comissão e a controladoria. Firmanos alguns acordos. A comissão vai apresentar uma análise acerca da regulamentação da Lei Anticorrupção aplicada ao DF. Essa aproximação faz com que a gente tenha um diálogo permanente”, apontou Antonio Rodrigo.

Elísio Freitas disse que é de extrema importância que a OAB também se apresente como um dos atores na discussão das medidas de combate a corrupção, “por ser instituição constitucionalmente legitimada para tutela do cidadão e, ainda, entidade que representa aqueles que mais lutam pelo pleno e efetivo exercício do contraditório e da ampla defesa em nosso Estado”.

Comunicação social – jornalismo
OAB/DF