A Subseção de Taguatinga da OAB/DF está fazendo um mutirão a fim de resolver processos que envolvem a Lei Maria da Penha. De 3500 processos que estavam parados, pretendem solucionar 1.200 no período de 60 dias. Desde maio, são realizadas de 30 a 40 audiências por dia, durante toda a semana.

A ação tem o apoio da Comissão da Mulher Advogada da OAB de Taguatinga. A presidente da Comissão, Lucia Bessa, diz que a importância deste mutirão para as mulheres vítimas de violência é imensurável.

“Elas chegam na audiência com auto estima baixa, sentimento de impotência, com medo, com dor na alma, sentindo-se revitimizadas. Ao encontrarem amparo nas ‘advogadas e advogados’ elas voltam a ter esperança. Voltam a pensar que podem sair e se livrarem do ciclo de violência. Elas voltam a sorrir e a acreditar que o destino delas pode mudar”, disse.

Reportagem – Érica Fontoura
Foto – Valter Zica
Comunicação social – jornalismo
OAB/DF