Anandréa Freire representa OAB/DF no Fórum de Apoio às Pessoas com Deficiência

A presidente da OAB/DF, Estefânia Viveiros, designou a coordenadora da Comissão de Direitos Humanos da entidade, Anandréa Freire de Lima, para representar a OAB/DF no Fórum de Apoio às Pessoas com Deficiência que acontece hoje (07) às 10 horas na Câmara dos Deputados, Anexo II, Plenário 11. A nova coordenadora da Comissão de Direitos Humanos da OAB/DF, empossada dia 29 de junho, tem como um dos seus objetivos principais, mostrar para a comunidade de Brasília que a entidade é um instrumento a disposição da sociedade para que esta possa fazer valer seus direitos. “Nós estamos aqui para lutar pelos interesses das pessoas que tem, de uma maneira ou de outra, violados os seus direitos individuais”, afirma Anandréa. Ao ser questionada sobre o jargão de que os Direitos Humanos defendem os direitos de bandidos, ela rebate: “o direito humano é um direito do ser humano independentemente dele ser bandido ou não. Há muito ainda a ser explorado. Antes de o indivíduo ser bandido, ele é um ser humano e, por isso, as condições mínimas de dignidade têm que ser respeitadas”. Durante as visitas a unidades prisionais, os membros da Comissão de Direitos Humanos da OAB/DF não se restringem a avaliar as condições dos que estão recolhidos, mas também analisam a situação dos agentes penitenciários e monitores: “a nossa comissão tem tomado cuidado com as condições que os nossos agentes penitenciários e monitores estão trabalhando. Em uma das visitas que fizemos ao Núcleo de Custódia e à Papuda, houve um questionamento sobre as condições de trabalho dos agentes penitenciários e ouvimos muitas queixas. Como resultado fizemos algumas recomendações, encaminhamos ofícios aos responsáveis e em alguns casos observamos melhoras, em outros não”. A Comissão de Direitos Humanos da OAB/DF recebe muitas denúncias. Algumas que sequer cabem a ela, mas todas recebem atenção e o devido encaminhamento. Os processos muitas vezes são lentos, pois requerem, antes de tudo, uma investigação aprofundada. Mas a continuidade do trabalho é assegurada pela coordenadora que ressalta o bom trabalho executado pela comissão: “são profissionais de qualidade que estão dedicado seu tempo e energia para servir a sociedade”, diz Anandréa. Anandréa Freire de Lima garante não se importar com a quantidade de trabalho. Para ela o importante é “a sociedade saber que estamos à disposição, que estamos aqui para ajudar. A OAB existe e ela existe para a sociedade”.


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