Modelos de empreendimento na advocacia foram tema de palestra a advogados iniciantes

Brasília, 13/11/2014 – Para a grande maioria dos estudantes de Direito que se aproximam da graduação, e mesmo para os advogados recém aprovados no exame da Ordem, paira uma série de dúvidas sobre qual rumo seguir a partir deste momento. Pensando nisso, a Comissão de Apoio ao Advogado Iniciante e o Escritório Modelo da OAB/DF, promoveu palestra ministrada na noite desta quinta-feira (13) pelo professor, advogado e coordenador do Escritório Modelo da OAB/DF, Alberto Araújo, no auditório desta Seccional.

O presidente em exercício, Severino Cajazeiras abriu a discussão e saudou os presentes. “Hoje em dia, os advogados sabem administrar tudo, menos o escritório. São outras pessoas que administram. Sabemos defender pessoas, mas não sabemos defender a nossa própria gestão de escritório e é isso que será tratado aqui, o modelo de organização administrativa”, explica.

Ser advogado autônomo ou constituir uma sociedade de advogados, opções de mercado, networking, custos, marketing profissional, jurídico e pessoal, planejamento e gestão de escritório visando uma advocacia colaborativa com a troca de ideias e experiências foram os assuntos abordados.

Algumas das orientações ao advogado que deseja ser empreendedor, citadas por Alberto Araújo, foram a necessidade de “o advogado se relacionar bem – ou seja, a prática constante de networking; ter uma vida social ativa e dizer para as pessoas que é advogado e está disponível para cuidar dos seus problemas jurídicos; saber cobrar os honorários justos, de preferência quando não souber seguir a orientação da tabela de honorários da OAB; se aperfeiçoar sempre, ter uma especialização em uma determinada área e, por último, ser ético”, o palestrante.

Segundo Alberto Araújo, enquanto abrir um escritório ainda está no âmbito das ideias, para que não atropele etapas e tenha um bom planejamento, o primeiro e principal ponto é definir todos os aspectos com relação à sua sociedade. “Se o advogado, pretende advogar sozinho, ou pretender atuar em conjunto com outros advogados, sob a forma de sociedade”.

Ainda conforme Araújo, através de uma sociedade você agrega valor a seus serviços, já que consegue unir mais competências a seu escritório. No entanto, na medida que a sociedade pode lhe trazer maiores aspirações de crescimento, também pode multiplicar os seus futuros problemas. E o mais indicado é empreender.

Fizeram parte da composição da mesa, Severino Cajazeiras, vice-presidente da OAB/DF, Juliano Costa Couto, secretário-geral adjunto e presidente da Comissão de Honorários da OAB/DF, Alberto Araújo, palestrante e coordenador do Escritório Modelo da OAB/DF, Jacques Veloso, presidente da Comissão de Assuntos Tributários da OAB/DF e Paulo Alexandre Silva, membro da Comissão de Apoio ao Advogado Iniciante e de Ciências Criminais.

Texto – Sussane Martins
Fotos – Valter Zica
Comunicação social – jornalismo
OAB/DF


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