“Os advogados são os primeiros juízes da causa” – Sérgio Furtado Coelho

“São os advogados que constroem as teses da defesa. São os primeiros juízes da causa. A advocacia é uma das mais nobres funções das diversas existentes no rol das atividades jurídicas”, disse o paraninfo, promotor de Justiça e membro auxiliar do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Sérgio Henrique Furtado Coelho, durante seu discurso na solenidade de entrega das carteiras a 74 novos advogados, na manhã desta terça-feira (20), na sede da Seccional, em Brasília. Ele ainda pontuou que o advogado “deve se atualizar, ser ético e leal ao cliente, exigir o cumprimento das prerrogativas, enfrentar os desafios com bravura e estimular os métodos consensuais da solução de conflitos”.

Excepcionalmente nesta solenidade foram dois oradores. O primeiro, Reynollds Schneiders, destacou a responsabilidade da advocacia no trato com a vida das pessoas. “A coragem para o exercício da advocacia é moral. O advogado não possui, nem deve possuir, interesse nas causas em que atua, senão aquele próprio de defender os direitos que a própria Carta Constitucional e o restante do ordenamento jurídico estabelecem e que, assim sendo, fazem parte do patrimônio jurídico de qualquer pessoa, não importando se inocente ou culpada”. Ele também ressaltou o importante papel da Ordem dos Advogados do Brasil na defesa das prerrogativas “com o objetivo de garantir a plena atuação e exercício da profissão, de modo que nenhum advogado atue amordaçado ou ameaçado”.

Na sequência, Sérgio Henrique Furtado Coelho Filho afirmou que a atuação da advocacia deve ser guiada pela ética profissional. “A OAB, ao instituir o Código de Ética e Disciplina, norteou-se por princípios que formam a consciência profissional do advogado e representam imperativos de sua conduta, quais sejam, os de lutar sem receio pelo primado da Justiça; pugnar pelo cumprimento da Constituição e pelo respeito à lei, fazendo com que esta seja interpretada com retidão, em perfeita sintonia com os fins sociais a que se dirige e as exigências do bem comum”.

O presidente da OAB/DF, Juliano Costa Couto, parabenizou os novos advogados que, a partir de agora, começam uma nova etapa de suas vidas. “Estejam cientes, desde já, de que suas responsabilidades são bem maiores. Sejam engajados com suas causas, com seus clientes”, ponderou. Costa Couto também falou que “os ex adversus não são inimigos, mas colegas de trabalho que litigam pela parte contrária. “Trate-os com respeito, ética e admiração”.

Também compuseram a mesa o diretor-tesoureiro, Antonio Alves; o membro honorário da OAB/DF, Esdras Dantas; o ex-presidente do CFOAB, Marcus Vinicius Furtado Coelho; a vice-presidente da FAJ, Indira Quaresma; o conselheiro Seccional Manoel Arruda; o presidente da Subseção de São Sebastião, Valcides José; o diretor da ABA/PB, Severino Medeiros; o ex-conselheiro e ex-diretor da ESA, Paulo Roque; além dos advogados Fabricia Coelho, Thiago Jarjour e Vitor Fagundes.


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