OAB/DF entrega 202 carteiras para novos advogados

Duas solenidades de entrega de carteira para novos advogados ocorreram na manhã desta quinta-feira no auditório da OAB/DF (516 Norte). A presidente da Seccional, Estefânia Viveiros, presidiu a mesa e abriu ambas as cerimônias. Entre os integrantes da OAB/DF, fizeram parte da mesa o secretário-geral adjunto, Félix Ângelo Palazzo; o diretor-tesoureiro, Severino Cajazeiras, o conselheiro Jacques Veloso e o diretor da Caixa de Assistência da Seccional, Ricardo Peres. No total, foram distribuídas 202 carteiras da OAB.

No primeiro evento, as carteiras foram entregues para 106 bacharéis aprovados no Exame de Ordem.

O presidente da Comissão de Ensino Jurídico da OAB/DF, Juliano Costa Couto, foi o paraninfo da turma, e a oradora foi Elisa de Sousa Ribeiro. Costa Couto afirmou que os futuros advogados devem colaborar com ética e honestidade na carreira, pois só dessa forma prestarão um trabalho digno à sociedade. “As leis dos homens sempre poderão ser modificadas para o bem ou para o mal, ao contrário das leis da natureza, as quais ninguém pode modificar, por isso é importante saber que o dever do advogado é sempre contribuir com ética e honestidade”, disse.

No segundo evento, 96 carteiras foram entregues.

Jacques Veloso foi o paraninfo da turma, e a oradora foi Fernanda Albuquerque. “Peço que não se preocupem apenas com o dinheiro e com o próprio umbigo, como advogado, quero que pensem em serem os melhores, trabalhando com ética e dignidade”, disse o conselheiro. “Sempre pensando em ajudar o próximo, pois vivemos em um país pobre e temos obrigação de ajudar” concluiu. Ele também ressaltou a importância de sonhar para alcançar objetivos e trabalhar com amor a vocação, pois, se isso não acontecer, quem irá sofrer as consequências será a sociedade.

Fernanda discursou em nome dos colegas sobre a maneira que a OAB/DF está participando da crise política que a capital do País está vivendo e a importância da entidade na resolução do caso. “O Distrito Federal está passando por uma crise social, ética e moral, fazendo com que os valores sejam invertidos, ao ponto de achar que ser honesto é errado, e ser desonesto é correto”, afirmou.


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