
O número de alunos com Transtorno do Espectro Autista na rede pública do DF mais que dobrou em seis anos: passou de 8.267 (2020) para 17.256 (2026), segundo a Secretaria de Educação, em dados informados pelo DF2 (TV Globo). Apesar desse avanço, mães de crianças autistas relataram enfrentar dificuldades para conseguir vagas.
Procurada pela reportagem, a presidente da Comissão Especial de Defesa dos Direitos da Pessoa com Autismo da OAB/DF, Flávia Amaral, foi enfática:
“Escola alguma, seja privada ou seja pública, pode negar matrícula. A matrícula precisa ser efetivada, precisa ser feita. Então o Estado tem esse dever não só de garantir a matrícula a essas pessoas, mas também de adaptá-las, com o plano individualizado, com o cronograma certo para que essas famílias se sintam seguras quanto à educação dessas crianças.”
“Em nota, a Secretaria de Educação respondeu que a matrícula para todo o aluno segue os procedimentos adotados para todos os estudantes da rede sem qualquer discriminação e que nenhuma escola pode recusar uma criança do espectro autista. A pasta diz que há casos em que as famílias tentam vaga numa escola específica. Por fim, a secretaria diz que tem ampliado a política de educação inclusiva por meio de atendimento especializado, conforme a necessidade de cada estudante”, informa a reportagem.
Para ver esta matéria veiculada na sexta-feira (17) acesse o DF2
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